14 maio 2018

Empresa que investe em marketing digital desde o começo da sua história. Essa não é uma trajetória tão comum no mercado imobiliário, mas é o caminho que tem sido percorrido pela Amim Imóveis, imobiliária de Niterói. A empresa, cujos diretores são os gêmeos Gustavo e Marcelo Amim, tem a parceria da Incena desde a criação da fanpage e do texto inaugural no seu blog.

Desde então, foram milhares de leads, dezenas de envios de e-mail marketing, produção contínua de conteúdo para o blog, postagens e fortalecimento da marca no Facebook e no Instagram. O suporte principal da estratégia é o trabalho com o software RD Station, que dá ferramentas para que a estratégia inbound (conteúdo e a nutrição de leads) seja colocada em prática.

Blog da Amim é parte da estratégia de inbound marketing utilizada pela imobiliária de Niterói | Foto: Reprodução Internet
Através do inbound marketing, é possível trabalhar várias frentes e aquecer aos poucos os leads conquistados com a campanha online. Com a criação de conteúdo próprio e relevante, a empresa fortalece a marca e alcança seu público-alvo. Pela automação de marketing, é realizada a nutrição desses leads de acordo com a etapa em que ele se encontra no funil de vendas (exemplo: se o cliente acabou de chegar, ele recebe um conteúdo que o atrai, mas não necessariamente voltado para o produto; caso seja um cliente de algum tempo, que tenha interagido com outros e-mails e materiais, ele começa a ser impactado por materiais mais focados na venda propriamente dita).

O relatório de 2017 do HubSpot apontou que 68% dos executivos afirmam que a estratégia de Inbound Marketing é efetiva, mesmo com a consciência de que se trata de um trabalho de longo prazo. E o tempo é uma ferramenta importante quando se trata de mercado imobiliário, por exemplo. De acordo com dados divulgados no último Conecta Imobi, 40% dos clientes de imobiliárias compram levam entre 3 e 18 meses para tomar uma decisão de compra e 30% somente o fazem após o período de 18 meses.

Inovação não é somente uma ideia para se ter em mente ou uma escolha, mas uma forma extremamente necessária de não deixar o tempo deixar a sua empresa para trás. Quando falamos em inbound marketing (que talvez seja um termo não tão claro para todos), estamos falando em relacionamento com os leads. Através de conteúdo relevante, nós conversamos com os clientes que já nos conhecem e trazemos outros. Trata-se de atração, conversão, fidelização... processo concluído com a venda.

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27 fevereiro 2018

E se dissermos que temos poderes premonitórios e que a pessoa que está lendo esse texto possui WhatsApp? Seria uma bobagem, porque realmente estamos trabalhando com uma probabilidade muito alta. Em fevereiro deste ano, foi divulgada a informação de que o aplicativo possui uma rede de 1,5 bilhão de usuários ativos por mês!* É gente para caramba! Mas e o WhatsApp Business, você já conhece? Recém-chegado ao país, o aplicativo tem como objetivo principal mediar de forma mais hábil a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte e seus clientes.

Além de tornar tudo mais oficial (sai a foto mais pessoal no celular do representante do atendimento e entra a logo da empresa), tudo ficará mais quantificável. Agora você pode acompanhar as estatísticas das mensagens que são lidas pelos clientes e saber o que está funcionando melhor nesse canal. Até o momento, o serviço é totalmente gratuito, o que torna um excelente momento para conhecê-lo e entender seu potencial, mas a empresa já deixou claro que pretende cobrar por funções adicionais em breve.



O procedimento inicial é simples. No celular que for usado pela empresa, é só baixar o aplicativo WhatsApp Business. O público-alvo desse app empresarial, como dissemos, são os empreendimentos de pequeno e médio porte. O WhatsApp pretende lançar futuramente um serviço voltado às grandes corporações, chamado Enterprise, mas ainda não divulgou uma data. É necessário ainda ter um contato de celular que não esteja vinculado a nenhuma outra conta do WhatsApp. O que quer dizer que se a sua marca usa a modalidade "pessoal" do WhatsApp, deverá converter o perfil ou usar um outro telefone.

Mas o que as pessoas estão achando?

A Incena Digital deu uma olhada nos comentários online e fizemos uma triagem do que tem sido dito sobre o aplicativo. A maioria das pessoas considera extremamente vantajosas as características básicas do app, como a possibilidade de criar mensagens automáticas de saudação e de ausência fora dos horários de funcionamento. Além disso, uma vantagem ainda mais interessante é criar respostas rápidas para perguntas frequentes, o que pode economizar um tempo significativo no que diz respeito ao atendimento.

No entanto, como todas as coisas da vida real ou virtual, nem tudo são flores. Alguns dos comentários na própria página do WhatsApp Business na PlayStore apontam para algumas falhas na versão inicial como as seguintes: "É bom, falta melhorar muito, principalmente a mensagem de ausência, que devia ser enviada pro cliente mesmo eu estando sem internet"; "Não está me enviando notificação, as pessoas acham que estou offline, pois me enviam mensagens e eu não recebo, só vou receber quando entro no app e chegam todas de uma vez só... precisa corrigir isso urgente."; "Por que não recebo notificação de conversas, só vejo se clientes mandaram mensagem se ficar com WhatsApp aberto que dá para carregar as mensagens mesmo com wi-fi. Isso é muito ruim se puder resolver esse problema ficamos agradecidos", entre outras.

No geral, são críticas a detalhes técnicos que devem ser ajustados ao longo do tempo ou pedidos de inserções de tags que identifiquem melhor as conversas posteriormente (ou seja, melhorias). Ah, por enquanto o aplicativo está funcionando apenas em aparelhos Android, mas existem planos para expandir também para iOS. Sendo assim, acreditamos que os testes no seu negócio são mais do que bem-vindos e que você pode começar a reconhecer as forma de atendimento ao cliente mais efetivas dentro deste aplicativo que mudou a nossa forma de se comunicar.

*Estamos cientes de que uma boa parte da população do país ainda não possui nem acesso à Internet, mas o crescimento, segundo o IBGE, 63 milhões de brasileiros ainda não estão conectados (e muitos nem tem interesse em mudar isso)

16 janeiro 2018

Foto: David Santos Febrero / Flickr
Isso é muito Black Mirror! As discussões levantadas pelo seriado britânico trazem à tona principalmente os possíveis malefícios do aprofundamento no uso da tecnologia pelas pessoas. Em tempos de excessos, é importante refletirmos sobre como podemos manter a nossa saúde física e mental. A tecnologia não significa nada sozinha, nós é que damos significado a ela - para o bem ou para o mal. A ideia desse texto é refletir sobre como podemos aproveitar os benefícios das inovações tecnológicas sem perder o rumo da vida real em espirais de desconexão humana.

Somos uma agência de marketing digital, sendo assim, é importante que nosso público-alvo esteja presente no ambiente virtual. No entanto, sabemos que a vida não se resume a estar online (ou, pelo menos, não deveria). Hoje em dia, sempre tem aquela pessoa no grupo que não consegue desapegar do celular para ter uma conversa presencial (seja no bar, seja com a família, seja no reencontro da faculdade). Muita gente reclama da dificuldade cada vez maior de se concentrar em alguma leitura mais consistente. Gente que conversa no WhatsApp no escuro do cinema. Em muitos casos, as pessoas ficam ansiosas só de imaginar a distância do aparelho celular por um dia inteiro.

Distúrbio ou simples hábito?

Ainda não estão catalogadas oficialmente como doenças a dependência do celular ou da tecnologia de maneira geral, no entanto, esse tipo de comportamento pode trazer danos para a própria saúde e para o seu relacionamento com outras pessoas. Nós acreditamos que a racionalização e a parcimônia podem evitar que nos tornemos dependentes dos aparelhos e do que eles proporcionam. O ex-funcionário do Google Tristan Harris também acredita nessa tese e fundou uma organização sem fins lucrativos chamada Time Well Spent (em tradução literal, Tempo Bem Empregado).

O designer norte-americano recebeu muitas críticas por ideias consideradas extremas, como, por exemplo, deixar o celular carregando fora do quarto na hora de dormir. Decidir o que é extremo ou não é uma escolha de cada um, mas resolvemos listar algumas ações que podem ajudar a evitar que o uso dos aparatos tecnológicos virem uma compulsão, tornando-se gatilhos de ansiedade.

Conecte-se, nas não o tempo todo: conheça os seus limites, estabeleça prioridades e desligue-se com uma frequência maior. Pode parecer uma dica pueril, mas faz uma diferença enorme estar atento a isso. Não se obrigue a responder toda e qualquer mensagem imediatamente. Desative todas as notificações do que não for urgente. Cuidado com os grupos de WhatsApp e o tempo que eles podem sugar. Estamos falando da boa e velha moderação.

Redes sociais, auto-estima e sistema de recompensa: A rede social tem um apelo, para muitos, irresistível. É uma suposta fuga da solidão, um mecanismo de suporte para todo e qualquer momento de sensação de desamparo. Um estudo realizado em 2012 na Universidade de Harvard mostrou que o nosso cérebro produz quantidades parecidas de dopamina (substância responsável pela sensação de prazer) quando comemos, bebemos, fumamos ou temos uma postagem comentada, curtida e compartilhada em uma rede social. Louco, né? E nem sempre é tão simples ter autocontrole sobre esse tipo de sensação. Vale assistir ao vídeo legendado do escritor (abaixo, com um errinho logo no início - onde diz "1994" deveria ser "1984"), consultor de marketing e palestrante motivacional Simon Sinek que aborda o assunto.


Vivemos um tempo no qual existe um hospital para o tratamento de crianças e adolescentes viciados em videogames e tecnologia em geral. O Organização Mundial da Saúde (OMS) já reconhece o vício nos jogos eletrônicos como um distúrbio mental. A mudança de alguns hábitos pode trazer muitos benefícios, às vezes é preciso apenas uma desacelerada. A escolha é sua, mas lembre-se sempre: sua saúde e a experiência humana devem ser priorizadas.