Criatividade e lucratividade: rimam?

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Imagem: Pinterest 

Certamente na sua timeline já apareceram imagens com passo a passo de ideias. E vai da receita de comida, reaproveitar uma peça de roupa até fazer seu próprio móvel. O número dos seus amigos fotógrafos, designers, "doceiros" customizadores, fundadores de marcas de roupas... aumentou? A pergunta é: a internet nos deixou mais criativos? Trouxemos um trecho do livro Marketing 3.0 (Philip Kotler) que certamente vai nos fazer refletir. Veja:

"A sociedade criativa vem crescendo ao redor do mundo. No livro The Rise of the Creative Class, Richard Florida apresenta indícios de que nos Estados Unidos as pessoas estão começando a trabalhar e a viver como cientistas e artistas criativos. Suas pesquisas revelam que, nas últimas décadas, os investimentos, a produção e a força de trabalho no setor criativo dos Estados Unidos aumentaram significativamente. Em The Flight of the Creative Class, o autor descreve como levou sua pesquisa a outras partes do mundo e descobriu que nos países europeus também há alto índice de criatividade, que mede o desenvolvimento criativo de um país com base em seu avanço em tecnologia, talento e tolerância. Nos países avançados, as pessoas criativas são a espinha dorsal da economia. Regiões em que havia agrupamentos de pessoas criativas apresentaram maior crescimento  no passado".

Os exemplos gringos mostram que os criativos formam um novo movimento na economia. Tudo indica que no Brasil caminhamos para isso. Alguns desafios pela frente, claro! Mas existem os que não resolveram viver como "cientistas e artistas criativos" e precisam de espaço para a criatividade nas próprias instituições que trabalham. E como usá-los a favor? Uma boa reflexão. Nossos diretores, tomadores de decisões em geral, encaram a criatividade como fator competitivo? Boa hora para se pensar! E ver que criatividade pode, sim, oferecer lucratividade - pra todos.  

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