Como usar o LinkedIn na estratégia de redes sociais?

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LinkedIn é a rede social voltada para profissionais mais conhecida da web. Os perfis, diferentes das outras redes, são preenchidos pela trajetória profissional, especializações, textos e opiniões sobre alguns assuntos. Sem memes e todo mundo comportado nas fotos, a rede vem se consolidando no Brasil. 

São 29 milhões de profissionais conectados ao LinkedIn no Brasil e, ainda, segundo dados da própria rede, mais de 100 mil profissionais inscrevem-se semanalmente na rede em nosso país. Infelizmente, não temos como deixar de associar ao atual momento do país, são 14,2 milhões de desempregados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O site une pessoas que buscam recolocação, mudança de emprego, mas também há um movimento de profissionais que publicam reflexões ou opiniões bem particulares sobre determinados assuntos.

Bons exemplos

Rony Meilsler (CEO do Grupo Reserva) publicou o texto "Precisamos falar sobre a violência nas mídias sociais" com objetivo de passar a limpo e esclarecer os ataques que a marca recebeu na web. Sob o título de "Tomar um pé na bunda foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida" esse foi texto mais lido em 2016, de autoria da apresentadora Ana Maria Braga.  Enfim, tem muita coisa acontecendo por lá! 

Com toda a movimentação na rede, o LinkedIn vem se organizando e as oportunidades para quem deseja conversar com esse público estão cada vez mais evidentes. Vamos abordar aqui um exemplo para ilustrar o que estamos falando: a página do LindedIn ““Santander Universidades – Brasil”. Com o objetivo de conversar diretamente com os universitários, a marca em uma página exclusiva, atualizações patrocinadas (Sponsored Updates) e anúncios de display (Follow Ad).

Com meta de conquistar 50.000 seguidores, o Santander estava interessado em fazer parte de um momento específico na vida do estudante, quando eles estão se encaminhando para o mercado de trabalho. Como resultado, foram 52 mil novos seguidores conquistados e uma taxa superior a 1% de engajamento direto.

“O LinkedIn se mostrou a opção mais assertiva, por ser uma rede voltada ao mercado de trabalho e por ter ferramentas de segmentação muito avançadas. Queremos estar com nossos clientes em todas as fases da sua vida e essa estratégia vai nos ajudar a criar vínculos duradouros com os futuros profissionais”, afirmou o superintendente executiva de Comunicação Externa do Santander Brasil, Clau Duarte.


Vem conferir com a gente alguns dos formatos disponíveis para anúncio no LinkedIn:

Sponsored InMail - Eis a grande diferença com relação ao Facebook e às outras redes! É possível enviar mensagens via inbox para as pessoas com base na segmentação.


Texto Fest - Bem parecido com os anúncios que já são intuitivos,  eles permitem criar, gerenciar e otimizar campanhas personalizadas em questão de minutos.   





Mas o LinkedIn é para todo mundo? Depende do objetivo da empresa. Mas o fato é que, como nesta rede as pessoas parecem mais dispostas a serem reconhecidas ou encontradas, a chance de encontrar informações mais completas é maior e, sendo assim, existe um campo mais amplo para uma segmentação de qualidade. 

Por falar em segmentação, o LinkedIn pode ser específico em um nível bem interessante: setor e tamanho da empresa, cargo, função, nível de experiência e competências do usuário.  Produtos ou serviços ligados a essas segmentações têm uma oportunidade única! Com segmentação de B2B ("business to business", numa tentativa de tradução: quando o mercado vende para o mercado), por exemplo.  

E uma novidade da rede é a Matched Audiences, uma plataforma que permite os anunciantes atingir o público que já demonstrou interesse, seja pela visita ao website (pixel) ou se cadastrando via e-mail.         

Uma pesquisa da Earnest Agency afirma que, 85% dos compradores B2B acreditam que as empresas devem apresentar informações via redes sociais. Curioso, né? Acreditamos que isso acontece porque buscamos cada vez mais validar a empresa que queremos contratar.  Concordam?

Bom, agora é a hora de considerar o potencial estratégico da rede. Se organizar direitinho, todo mundo anuncia, publica e consegue as recolocações.  Vida longa ao LinkedIn!    

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